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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Introdução para JSF 2.0




      Com o decorrer dos tempos vieram muitos conceitos, novas técnicas, tecnologias, metodologias, etc. Mas apesar de tantas mudanças uma coisa não mudou, a importação da interação do sistema com o seu usuário. Não tem jeito, o usuário final mesmo sendo visto como o inimigo número um do programador. é o púbico alvo do sistema. Fazer um sistema amigável, user friendly, é um grande diferencial para um sistema, ou seja, é o que faz ganhar um cliente, ganhar um usuário, ganha pão, etc. Afinal é pela tela que o usuário se interage com o sistema é na janela que o usuário vai “gostar” de usar-lo ou não. É muito semelhante, por exemplo, aos carros da figura 1. Qual você usuária ? Provavelmente será o mais bonito, mesmo se eu disser que o carro feio possui o motor mais rápido do mundo. E isso acontece de forma similar a tela do seu sistema, o cliente não quer saber quão rápido é o seu sistema ou qual tecnologia você está utilizando, mas se é belo ou não. No entanto não adianta fazer um sistema muito bonito se ele não funciona corretamente, dai a necessidade de dividir e conquistar o seu sistema, ou seja, separar a parte lógica da parte visual do seu sistema e é para isso que suja o padrão MVC que basicamente tem o objetivo de dividir a parte lógica do visual.  

Figura 1: Você escolheria o carro da direita porque é mais rápido ?




      E com esse objetivo eis que surge o Java Server Faces, o jsf, o seu objetivo é estar desenvolvendo aplicações web, vale citar que ele é um framework MVC, ou seja, é uma ferramenta que divide a parte lógica do visual do seu sistema. Para a parte visual ele consegue integrar com diversas tecnologias existentes no mercado é o caso do css, ajax, html 5, jquery etc.

    Para parte lógica realizar uma chamada em java acontece de maneira bem simples, observando a figura 2 se verifica que nada mais é do que chamadas para atributos e métodos de um objeto java. Se observa que a classe possui duas anotações:
    @ManageBean: Essa anotação indica que essa classe é um bean gerenciado
    @ApplicationScopped: Essa anotação indica o escopo do seu objeto em jsf.
Figura 2: Codigo java e JSF

     Falando em escopo, o escopo nada mais é do que o tempo de vida e morte do seu objeto, ou seja quando ele será criado e destruído pelo jsf, dentre esses escopo podemos destacar:

  • Escopo de Aplicação: Seu tempo de vida é igual a da aplicação, em outras palavras, inicia quando a aplicação inicia e morre junto com a aplicação.
  • Escopo de Sessão: Inicia e morre junto com a sessão criada pelo usuário
  • Escopo de visão: Seu tempo de vida é igual de uma página
  • Escopo de Request: Criado quando é feita uma requisição e morre após ter respondida.

     Como nas suas páginas não vão objetos java diretamente, indo apenas texto, é importante que você informe qual texto vai para a tela (html, xhtml, jsp, etc.) e como recuperá-lo como objeto java. Uma prática muito comum é somente enviar o id e quando reconstruir o objeto a partir do banco de dados.
Em uma interação com o usuário é importante que você impeça que o usuário realize atividades perigosas em seu sistema. É o caso de um usuário colocar letras no campo idade ou mesmo que ele coloque apenas número coloque 1500 anos já que ele não terá essa idade. No JSF você consegue fazer isso de algumas formas duas delas é a partir do bean validator ou criar uma classe que implemente validador.

     Uma informação útil na parte de visão é que o jsf te ajuda a economizar tempo, manutenção rápida além de prevenir futuras dores de cabeça. É o caso do faclets e do composite components.
Nessa apresentação foi falado que tanto a interface quanto o seu funcionamento é importante para o software e nós como desenvolvedores precisamos estar atentos para isso. Com isso foi apresentando o Java Server Faces que é um framework java com MVC, te ajudando a separar a interface com da regra de negócios.



Link:




quarta-feira, 27 de junho de 2012

JavaBahia+SouJava+TDC = 4 Trilhas Java incríveis!





    Entre os dias 4 e 8 de julho haverá em São Paulo o TDC, The Developer's Conference. Esse evento reuni vários desenvolvedores e entusiastas para se falar sobre as mais diversas tecnologias que circulam o mercado quando o assunto é engenharia de software. Cada assunto fica “encapsulado” em uma trilha na qual possui discussões, palestras e dinâmicas relacionadas daquele tema, mas isso não impede a interação entre os participantes das trilhas. Além dos intervalos para o networking existe também uma trilha mista, chamada de Stadium, que contém pelo menos uma palestra de cada trilha naquele dia. Nesse ano o evento contará com 42 trilhas, sendo 37 trilhas normais e 5 Stadium. Uma novidade legal é a trilha University que é voltado para o pessoal que está começando.
   Tanto o JavaBahia quanto o SouJava vem trabalhando bastante para o trabalho das 4 trilhas java ( Java, Java EE, Java Universisty e Java EE university) e ai estão elas:



Java University [Link] Quarta-feira, 4 de Julho de 2012

08:30 às 09:00 Credenciamento e recepção dos participantes com café da manhã
09:00 às 10:00 Abertura
10:10 às 11:00 Bem-vindo ao mundo Java!
11:10 às 12:00 Entendo realmente a orientação a objetos sem chatice
12:00 às 13:00 Intervalo para almoço*
13:10 às 14:00 Introdução a Design Patterns
14:10 às 15:00 Desenvolvendo apps e gerando renda ainda na Universidade com Java ME
15:00 às 15:30 Coffee-break & networking
15:40 às 16:30 Desenvolvimento de aplicações ricas com JavaFX 2
16:40 às 17:30 Certificação Programador Java: Dicas e exemplos práticos
17:40 às 18:30 Debate: Carreira do programador Java
18:40 às 19:00 Encerramento e sorteios

Java EE University [Link] Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

08:30 às 09:00 Credenciamento e recepção dos participantes com café da manhã
09:00 às 10:00 Abertura
10:10 às 11:00 Serviços Primarios de Java EE e Arquitetura
11:10 às 12:00 Mapeamento Logica e Relacional com JPA
12:00 às 13:00 Intervalo para almoço*
13:10 às 14:00 EJB simples e descomplicado, na prática
14:10 às 15:00 Implementando aplicativos Web com JSF
15:00 às 15:30 Coffee-break & networking
15:40 às 16:30 Explorando os conceitos básicos da API de CDI do Java EE 6
16:40 às 17:30 Interoperabilidade com Serviços Web e REST
17:40 às 18:30 Painel com Vendors: Discussões sobre primeiros passos, carreira, mercado.
18:40 às 19:00 Encerramento e sorteios




Java EE [Link] Sexta-feira, 6 de Julho de 2012

08:30 às 09:00 Credenciamento e recepção dos participantes com café da manhã
09:00 às 10:00 Abertura
10:10 às 11:00 Java EE 7, na era do Cloud Computing
11:10 às 12:00 Usando os recursos de extensibilidade da API de CDI do Java 6
12:00 às 13:00 Intervalo para almoço*
13:10 às 14:00 REST In Java 2.0
14:10 às 15:00 GlassFish e Maven: Java EE sem dor!
15:00 às 15:30 Coffee-break & networking
15:40 às 16:30 JBoss Polyglot: aplicações enterprise além do Java
16:40 às 17:30 Aplicativos JavaEE 6 modularizados com Web Fragments
17:40 às 18:30 Novas Fronteiras do Cache para Aplicações Java
18:40 às 19:00 Encerramento e sorteios


Java [Link] Sábado, 7 de Julho de 2012

08:30 às 09:00 Credenciamento e recepção dos participantes com café da manhã
09:00 às 10:00 Abertura
10:10 às 11:00 JDK 8: uma visão sobre Lambda, Jigsaw e outras novidades
11:10 às 12:00 Big Data, a era da informação: um case brasileiro
12:00 às 13:00 Intervalo para almoço*
13:10 às 14:00 Guava Libraries: essencial para o programador Java
14:10 às 15:00 Java FX 2.0
15:00 às 15:30 Coffee-break & networking
15:40 às 16:30 Funcionamento interno da JVM
16:40 às 17:30 Entendendo Classloaders: dificuldades e soluções
17:40 às 18:30 Entendendo invokedynamic
18:40 às 19:00 Encerramento e sorteios


Além dessas existem outras trilhas que valem muito a pena ir conferir, se você não pode estar em São Paulo fique tranquilo! Você realizar a inscrição on-line e assistir tudo sem sair de casa. Você não vai ficar de fora de um evento como esse vai ? Então te vejo no TDC SP.

 The Developers Conference 2012, um evento organizado pela Globalcode  The Developers Conference 2012, um evento organizado pela Globalcode
 The Developers Conference 2012, um evento organizado pela Globalcode  The Developers Conference 2012, um evento organizado pela Globalcode

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mitos e verdades sobre o Java e o opensource, o que foi feito e o que esperar para o 2012





             
            Esse ano um dos grandes “boom” do mundo java foi o openjdk, um projeto open source da JVM, recentemente ele evolui de um modo exponencial, no entanto existem alguns mitos além de algumas pessoas não o conhecerem. Alguns o conhecia como o “irmão pobre” do JDK da SUN (agora da Oracle), mas muita coisa mudou ao longo do início do projeto é uma visão tão primitiva quando achar que o Linux é o Sistema Operacional da tela preta. O projeto ficou muito popular com a remoção da licença temporária de utilizar o jdk da Sun nas distribuições Linux, apesar de várias contradições a verdade é que as Distribuições Linux não perderam acesso a uma jvm fechada, eles possuem um projeto aberto e maduro e muito forte pronto para atender suas necessidades. Esse ano o java teve grandes avanços e a grande maioria ligados a projetos open sources. Esse post foi feito em modo de quiz, perguntas e respostas, sobre algumas duvidas relacionadas ao openjdk, mito sobre o java e o que foi feito e o que esperar do java em 2012.


1- O que é o openjdk ?

O openjdk é um projeto que foi iniciado pela Sun Microsystems, atualmente mantido pela por várias empresas e a comunidade, para a criação de um Java Development Kit baseado totalmente em software livre e de código aberto. O projeto foi iniciado em 2006 e tem como base o HotSpot ( a jvm da Sun).

2 – Existe outros JDKs além da Oracle ?

Sim existe e o openjdk é um exemplo desse,
Existe também o IBM J9, IcedTea, Hotspot (Da antiga Sun), jRockit (da Oracle), Apache Harmony ,Hewlett Packard JVM entre outras.


3 – Com tantas JDKs qual delas é a referência ?

A partir da nova versão do java, o java 7, a implementação de referência é o openjdk.

4 – Qual a vantagem de se usar o openjdk ?

  • A primeira vantagem é que ele é open source ou seja você pode estar estudando o seu código fonte.
  • Ela agora é a implementação de referência ou seja se você quer fazer um aplicativo e quer que rode em qualquer JVM, usando o openjdk isso pode ser garantido.
  • A comunidade java é certamente uma das comunidades mais fortes do mundo. A jvm do projeto, por exemplo, está passando por constantes refatorações para melhoria de performance, atualização de bibliotecas e atualização do código sem falar que para adicionar qualquer recurso é necessário que se tenha testes.
  • A Oracle doou o código fonte do jRockit e no java 8, previsto para o final de 2013, o código seja integrado com o Hotspot. Ou seja no openjdk haverá os melhores de dois mundo em um só lugar.
  • Várias empresas fazem parte desse projeto, ou seja é uma JVM com o Know-how de várias empresas em todo o mundo. Empresas como IBM, Apple, SAP, Mac, Azul, Intel, RedHat etc. fazem parte do projeto.
  • Se a Oracle deixar o java ( Algo que eu acho muito difícil por diversos motivosl) e deixar de fazer a JVM. O openjdk não será em nenhum momento abalado já que existem outras empresas apoiando além da comunidade.

5 – O openjdk é somente para uso acadêmico e não pode ser usado em sistemas sérios ou em projetos em produção.

    Certamente esses é um dos maiores mitos que existem. Há algum tempo atrás o Twitter trocou o background do Ruby para java, por questão de performance e ele está utilizando o openjdk. O Twitter possui milhares de requisições, cerca de 250 milhões de tweets por dia, e é utilizado no mundo inteiro. Inclusive o Twitter está fazendo parte do projeto e está trazendo um pouco de sua experiência com milhões de requisições para o projeto além de ajudar no self-tuning previsto para o java 9. O openjdk em um cenário mundial é a segunda mais utilizada no mundo perdendo apenas para o HotSpot.


6 – Qual a diferença entre a JVM da Oracle e do OpenJdk ?

    A diferença entre essas duas JVMs está na adição de códigos fechados além de pequenas mudanças na implementação para implementações fechadas para a JVM da Oracle, a dessemelhança é de cerca de 4% de código. O que acontece é que nem todos os códigos foram abertos com êxito já que alguns pertence a terceiros e são apenas licenciados na época pela Sun.

7 – Que códigos diferentes são esses ?

Posso citar, por exemplo, a parte que renderiza os componentes em Swing.

8 – Como anda o trabalho com o openjdk ?

O projeto anda a todo vapor, existem diversas frentes de trabalho nele:
  • Integração jRockit e HotSpot
  • atualização de alguns códigos para o java 7
  • atualização de Libs para o java 7
  • Correções de Bugs no java 7
  • Sem falar nos trabalhos também já iniciado com o java 8
  • etc.

9 – Quando está previsto o novo java 8 ?

    A princípio o java 8 viria no ano que vem, mas com o intuito de facilitar a adesão da JVM nas empresas, as atualizações acontecerão em ciclos de dois em dois anos. Assim o java 8 está previsto para o final de 2013.
Com as seguintes novidades:

  • Conclusão da integração entre o jRockit e HotSpot gerando o HotRockit
  • JSR 308: Annotations on Java Types
  • JSR 310: Date and Time API
  • JSR TBD: More Small Enhancements to the Java Programming Language
  • JSR 335: Lambda Expressions for the Java Programming Language
  • JSR TBD: Java Platform Module System
Também já existem alguns planos para o java 9 é caso do self-tuning além da comunicação de várias linguagens dentro da JVM

10- Essa separação do java 7 em duas partes realmente valeu a pena ?


Na minha opinião teve grandes vantagens sim, dentre elas posso citar:
  • Trouxe uma nova versão ao java, coisa que não acontecia a cerca de 6 anos.
  • Permite a correções e atualizações da jvm sem esperar o lançamento do jdk.
  • Deixou as atualizações mais tangíveis deixando a entender o constante movimento da linguagem além de ciclos definidos, de aproximadamente dois anos, de atualização.
  • As grandes modificações como o lambda e o jigsaw, virão com ainda mais maturidade já que obtiveram mais tempo para serem trabalhados, vale ressaltar que mesmo com essa divisão em duas versões em nenhum momentos os projetos pararam.


11 – Com o lançamento do java 7 o que acontecerá com o 6 ?

   Haverão atualizações públicas até meado de 2012, após isso caso exista atualização serão apenas para atualizações de segurança.


12 – E sobre as certificações o que acontecerão com elas ?

   Essa é uma pergunta que eu não sei responder, a certificação é um produto da Oracle, ou seja a comunidade não tem participação nenhuma sobre isso. Atualmente existe uma versão beta do java 7. Muito se especula, mas até o momento a Oracle não deu muito detalhes o que se sabe é que mudou o nome, provavelmente haverá um curso antes da certificação além do custo da certificação elevar consideravelmente.

13 – Então o java Core é desenvolvida somente pela Oracle ?

Não, são duas coisas bem diferentes a certificação que é mantida por ela e a linguagem, plataforma e a JVM que são mantidas por diversas instituições como a IBM, Apple, SAP, Mac, Azul, Intel, RedHat, Twitter, comunidade, a própria Oracle etc.


14 – E o acontecimento entre o Oracle e o Google ?

Quando esse fato aconteceu eu estava apenas começando com a comunidade java então deixarei o meu amigo o Bruno Souza, o javaman, responder essa pergunta.
A primeira é uma palestra feito no TDC 2010:


E também uma entrevista feita pelo Paulo Patto que postou em seu Blog:




15 – Com a entrada a Oracle o java vai morrer ? Vale a pena ainda estudar java ?

    Muito pelo contrário, a Oracle vem ajudando de um modo muito forte, doando código para o openjdk, envolvendo todos os JUGs na festa do lançamento do java 7, fez uma versão open do java FX, voltou a trabalhar na plataforma ME etc.
Sobre a morte do java, isso certamente levará bastante tempo vale ressaltar que hoje java é a linguagem mais utilizada no mundo, a escolha número um na escolha de projetos empresariais, aproximadamente 90% das aplicações empresariais do mundo são em java além de mais de 9 milhões de desenvolvedores ao redor do mundo. Mesmo se o java não tivesse nenhuma atualização por esses números vale muito a pena estudar a linguagem, hoje se possui cronogramas até para o java 9, isso inclui componentes em html 5, computação nas nuvens dentre outros recursos.


16 – O java é muito lento.

    Com o surgimento de máquinas com o processadores binucleares e a evolução do projeto o java ganhou bastante notoriedade em relação a performance. Inclusive sendo comparado com o C e o C++ mostrando que seria até mais rápido. O líder de desenvolvimento do GMAIL Paul Buchheit afirmou em seu blog que com seus testes, mesmo tendo sido tomado todos os tipos de otimizações do GCC o código de seu benchmark roda mais rápido em Java que em C. Existem também outros testes confirmando essa afirmação.

fonte: http://keithlea.com/javabench/data


17 – O que foi feito nesse ano com o java e o que esperar para o futuro ?

Esse ano certamente tiveram algumas novidades para o java, podemos citar:
  • O lançamento do novo java 7, após alguns anos sem o lançamento de uma JDK.
  • O openjdk se tornou a versão padrão da JVM.
  • O java FX com um projeto open source.
  • Planos para o java 8 e 9, java EE 7.
  • O java ME voltando a ter trabalhos e evoluir junto com as outras plataformas.
  • Versão do jdk para Mac.
  • SouJava e o LondonJug fazendo parte do JCP.
  • Maior integração entre os grupos de usuários do Brasil (BrasilJUGs).

Sobre o que esperar para o futuro:

  • Mais trabalhos voltados em volta da JVM
  • Integrações ainda maiores entres os JUGs do mundo
  • Mais empresas utilizando e também contribuindo na openjdk
  • O javaFx rodando em todos os SOs.
  • Mais 4 correções do java 7, indo até o update 6.
  • Ultima versão pública do java 6
  • O lançamento do java ME 7


Conclusão

    Nesse artigo foi falado um pouco sobre o projeto openjdk, verdades e mentiras sobre o java algumas coisas que foram feitas nesse ano além de algumas expectativas do futuro da tecnologia e plataforma. Com tantas expectativas e trabalhos em constantes movimento é ter esperança de um 2012 com o java movendo para a frente.




Referência:

The Java is Faster than C++ and C++ Sucks Unbiased Benchmark

Mitos do Java e o opensource o que foi feito e o que esperar para o 2012

Paul Buchheit, líder do desenvolvimento do Gmail, java running faster than c




sexta-feira, 13 de maio de 2011

Encontro mensal na IFBA dentro do II SETE



O grupo do JavaBahia e o grupo Linguágil estarão na II Semana de Engenharia, Tecnologia e Inovação do IFBA (SETE). O evento ocorrerá de 23 a 27 de maio nas instalações do IFBA (Antigo CEFET-BA) campus Salvador. Dentre as atividades programadas, haverá palestras, mesas redondas, minicursos e visitas técnicas sobre temas específicos das áreas abordadas, além de recolhimento de lixo eletrônico e ações beneficentes. Como de costume, a taxa de inscrição da SETE será 1kg de alimento não-perecível por minicurso.

Confira abaixo a programação dos palestrantes que fazem parte do grupo:

Terça-feira - 24 de maio de 2011

SALA 1:

horário: 18h00-19h00
Palestra: Google maps API
Palestrante - Luciano Borges

horário: 19h00-20h00
Palestra: TDD – Aplicando princípios OO
Palestrante: Alex Chastinet

horário: 20h00-21h00
Palestra: Usando Python na Google Application Engine
Palestrante: Luiz Cláudio


Quinta-feira - 26 de maio de 2011

SALA 2:

horário: 18h00-19h00
Palestra: Por que Java?
Palestrante: Otávio Santana

horário: 19h00-20h00
Palestra: Gaelyk: Desenvolvimento Ágil em Groovy nas Nuvens da Google
Palestrante: Serge Rehem


horário: 20h00-21h00
Palestra: Android
Palestrante: Marlon S. Carvalho


horário: 21h00-22h00
Palestra: Android Poliglota: várias línguas uma plataforma
Palestrante: Márcio Albuquerque


Para verem a programação completa acessem: http://www.sete.ifba.edu.br/

domingo, 17 de abril de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Divulgação Blog Ekaaty Linux

Retornando com força total, o Projeto Ekaaty Linux, distribuição brasileira que busca uma maior integração com o usuário final, criou no início deste mês o blog que visa auxiliar usuários e desenvolvedores a utilizarem a nossa distribuição. Com o intuito de estar promovendo novidades como por exemplo, novos produtos, eventos em que estaremos presentes, premiações, entre outros, esse blog pretende alcançar uma maior proximidade das comunidades junto a nossa filosofia. O que buscamos?
Uma iniciativa de programadores brasileiros que visa a inclusão digital e a evolução tecnológica através da capacitação e desenvolvimento em software livre.
Mais informações no nosso novo blog: http://yara.ekaaty.org/blog/

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Java Bahia day 2010



Foi realizado no dia 22 dezembro, quinta-feira. Na faculdade AREA1 o javaBahia day, o evento teve como o objetivo de trazer novidades além de crescer e melhorar o grupo no ano que vem. Nessa reunião houve uma integração dos novos membros com o veteranos trazendo com objetivos que são mostrados a seguir:


  • Presença maior da comunidade nas faculdades e inclusive trazendo palestra de membros da própria comunidade.
  • Realizar encontros mensais com membros dentro das faculdades ou de ambientes de trabalho.
  • Fazer com que a comunidade participe mais de projetos open sources como, por exemplo, o open jdk.
  • Trabalhar para trazer o Arduino tech day, um evento de um dia todo voltado para o arduino, aqui para Salvador.
  • Trabalhar para trazer o profissão java, um evento voltado para o profissional java, aqui para Salvador.
  • Encontro nordestino de Java, um evento com o objetivo de reunir os grupos de java dos Estados nordestinos, primeiramente seria aqui em Salvador, mas futuramente iria para outros estados.
  • Interação do grupo com o projeto Jedi
  • A entrada do grupo cada vez mais em empresas que usam a tecnologia java
  • Um maior isentivo de desenvolvimento de aplicativos voltados para tecnologias móveis

Traçado os objetivos para o ano que vem o grupo javaBahia espera aumentar ainda mais o seu número e trazer grandes novidades para o mundo java não somente para o mercado baiano.




Fotos:










quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

JavaBahia Day encerramento do ano de 2010



O grupo de usuários java da Bahia, javaBahia, se reunirá no próximo dia 22 de dezembro, quarta-feira, das 18 às 20 horas com o objetivo de tratar os seguintes assuntos:
  • Como foi o JavaOne Brasil
  • Participação do JavaBahia nas palestras com o demosele 2.0
  • Sobre o JavaBahia e o que já foi feito por ele
  • E metas para o ano que vem
  • Discussão da era mobile


Para o grupo será o encerramento no ano de 2010 e se programando para o próximo ano.

O Evento acontecerá na Faculdade AREA1, Av. Paralela, 3172 - Salvador - Bahia - CEP: 41.720-200, na sala subsolo 202 e será aberto a todos.


Inscrições: http://www.jugevents.org/jugevents/event/32786
Evento gratuito.

Interessado em fazer parte do grupo javaBahia ?
Acesse: https://javabahia.dev.java.net/ e obtenha mais informações.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

JavaOneBrasil Ultimo dia

Terceiro e ultimo dia

No terceiro e ultimo dia desse grande evento foi marcado pela presença do grupo do JavaBahia tendo uma reunião e também fazendo uma palestra sobre o demoiselle 2.0. Durante esse dia tiveram alguns temas importantes como:


Ginga e a interatividade da Televisão brasileira: Uma palestra muito legal que falou do quadro geral de como anda a televisão digital brasileira. Hoje as maiores emissoras de televisão já testaram e acreditam que é tendência para o futuro o que precisa atualmente é mão de obra e know how para desenvolver software para o ginga. Dados recentes mostram que cada dia mais existe interação da televisão com a internet. O e-commerce na televisão tende a crescer e muito, isso permitirá a compra de produtos via televisão, compra através de um comercial e até mesmo uma loja de aplicativos para a televisão digital.

Demoiselle 2.0: Um framework open source brasileiro que visa a integração entre outros frameworks através do uso de padronização fazendo com que não se esteja amarrado a nenhuma empresa ou framework. A grande novidade da versão 2.0 que pretende ser lançada ainda no final desse ano é a utilização dos recursos com o JEE6 como base sendo assim você poderá utilizar todos os frameworks que sigam essa especificação mais comentada no mundo java atualmente.

Dicas sobre Java EE6: Essa palestra foi conduzida por Anderson Lemos, Dr Spock, que esteva na primeira edição do linguágil falando sobre o jsf. Nessa palestra ele compartilha experiência, truques e macetes.

Implementando LWUIT na JavaTV: Nesta palestra foi apresentado o componente gráfico para o ginga que roda em cima do Ginga-J,versão em java do ginga, o lwuit veio do ambiente gráfico do jme, mas eles são diferentes a começar, por exemplo, pelo pacote além de outras funcionalidades.

Servlet 3.0: Na apresentação do servlet 3.0 foi apresentado de uma maneira bastante legal com o Bruno Sousa, javaman brasileiro, interpretando o Juggy, mascote da comunidade java, como ventrículo. Arun Gupta para demonstrar as novas funcionalidades dizia um bordão muito legal ao Juggy “Juggy agora você pode usar seu bico para comer e não programar” foi apresentado novas funcionalidades do servlet além de recursos bastante interessante do netbeans 7.0 beta que automatizada bastante o processo braçal deixando o desenvolvedor mais próximo da lógica de negócio.

Php: Apesar de ser difícil de acredita esse trecho fala sobre php a linguagem rodando dentro de um container Java EE, isso mostra a grande tendêcia do java a não rodar apenas o java. Existem hoje milhares de linguagens que teve origem no java e/ou rodam no java, como por exemplo, muitas linguagens dinâmicas como Jruby, groovy, Jython etc.


Teve uma reunião do grupo do JavaBahia em que os participantes que estavam no evento discutiram meios para melhorar a comunicação entre a comunidade, crescer o movimento ainda mais na Bahia e descentralizar de Salvador. A equipe pretende depois do evento fazer uma reunião e falar o que houve no JavaOneBrasil e em seguida discutir ideias para o JavaBahia para o próximo ano. Está muito cotado que o evento seja no Serpro na próxima quarta-feira, 15 de dezembro, de 10 às 12 horas.




No encerramento foi feito uma apresentação sobre o tema do JavaOne de São Franscico, local aonde ocorre o evento principal do javaone, falando sobre o desenvolvedor do futuro realizado por Bruno Sousa e por Fabiane Nardon em que eles entravam numa máquina do tempo feito pelo Juggy, mascote da comunidade java, e viajavam para 2020 e diziam qual serão as tendências desse ano e aqueles que saírem na frente obterão vantagens.

  1. TeleTrabalho-Se refere aos trabalhos realizados fora do emprego vendo que os desenvolvedores não estão motivados todos os dias dentre o período de trabalho e as empresas ganharão muito com isso além de deixar os funcionários mais satisfeito diminuindo a rotatividade.
  2. Metodologia Ágeis- A interação entre as equipes e a utilização de métodos mais dinâmicos já que o programador não trabalha apenas com o código, mas visam um produto final a ser entregue a um cliente.
  3. Linguagens Dinâmicas- Um grande números de palestras existentes no JavaOne no Brasil foi o uso de linguagens dinâmicas. De modo que facilitem cada vez mais a programação deixando o desenvolvedor mais preocupados em desenvolver o produto, fazendo que cada dia mais a programação chegue mais próxima a linguagem humana, alem de praticamente todas as linguagens de programação rodarão em cima da máquina virtual do java.
  4. Novos dispositivos- Com a miniaturização existem diversos dispositivos sendo criados, além do aumento do poder computacional nos mini dispositivos deixando uma gama de possibilidade de desenvolvimento futuramente indo até mesmo para programas biométricos.
  5. Computação nas nuvens- Um tema certamente muito discutido nos dias atuais cada dia mais com com o baixo custo do armazenamento e do poder computacional as empresas tendem a utilizar esses serviços.

E é com grande satisfação que todos aqueles que participaram do evento javaOneBrasil estão muito felizes com o resultado do evento, talvez não foi esperado um número tão grande de pessoas por parte da organização e por isso se tiveram problemas em relação a estrutura e toda a logística do evento, mas acredito que nos próximos serão mais organizado, além desse evento crescer e muito o número de participante. A expectativa que no ano que vem haja uma participação ainda maior por partes das comunidades de todo o Brasil e cada ano o evento fique cada vez melhor.


Fotos:







quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

JavaOneBrasil segundo dia


Segundo dia

No segundo dia com um número bem superior de palestras em relação ao primeiro dia dividido em 4 auditórios o evento lotou praticamente todas as salas aparentemente não houve uma expectativa por parte da organização de um número tão grande já que em alguns momentos não tinha espaço nas salas para os participantes. A presença da comunidade java se apresentou muito forte em relação ao dia anterior tendo também reuniões e discussões ao longo do dia. Dentre todas as palestras e discussões teve destaque os seguintes temas:
No início da manhã teve uma palestra sobre o Java EE6 o palestrante focou muito na facilidade do código, corte de algumas configurações com xml e reforçou que a tendências para a versão enterprise do java é que cada vez se escreva um número menor de código com as versões posteriores.
Também ainda na manhã foi falado sobre os novos recursos sobre o Enterprise java bean dentre esse podemos destacar os recursos de schedule, que com anotações se pode definir a execução automatizada de algum processo, se pode fazer isso a partir de anotações no método definindo que ele será executado (@ schedule) e com o período em que esse método será executado. Nesta palestra tiveram demonstrações dos recursos com a nova IDE netbeans 7.0 beta. Nesta palestra também mostrou diversas funcionalidades que o netbeans tem para desenvolver no java ee tornando alguns processos automatizados. Nas duas apresentações pela manhã não houve nenhuma novidade houve a explicação dos recursos já existentes na plataforma.
Na hora no almoço teve também o encontro com a comunidade no hotel transamerica essa interação é bastante importante para uma troca de experiência e informação.

No início da tarde dentre as palestras podemos destacar os seguintes assuntos:

Ginga nessa palestra foi apresentado o crescimento da televisão digital no Brasil, foi mostrado principalmente o J-Ginga que é a parte java do ginga, uma coisa muito interessante mostrado nesta palestra foi a superioridade da tecnologia brasileira em relação as outras dentro do mundo e em um futuro não muito distante a tecnologia brasileira tende a influenciar todos os de mais países para a televisão Digital, um exemplo bem interessante é que nos Estados Unidos para ter acesso ao conteúdo digital se paga um valor aproximado de US$ 80,00 enquanto aqui tal acesso ocorre de maneira gratuita além interação ser extremamente limitada.

Automatização: Nesta palestra foi demonstrado o acesso a equipamentos eletrônicos e basicamente dividiu o acesso da máquina pelo homem em três partes:
  • uma máquina para poucas pessoas
  • uma máquina por pessoa
  • muitas máquinas por pessoa
E por isso com a tecnologia evoluindo de maneira exponencial além dos baixos custos desses equipamentos eletrônicos se pode tornar possível a automatização de uma casa. Outro ponto importante é a tendência do open hardware, basicamente uma versão open source do hardware ou seja uma máquina com suas especificações abertas, existe um número crescente de máquinas como o projeto rip rap que é uma impressora 3d que hoje custa cerca R$700,00 podendo ser acessível até mesmo por pequenas escolas públicas e também o Sun spot que foi o primeiro open source hardware do mundo em torno de 4 anos atrás.

Rest Service e html 5.0: A integração entre sistemas é bastante crescente já que é grande o número de sistema a serem substituídos, por exemplo de delphi para java, e eles não serão feitos de um dia para o outro além do que a integração não ocorre apenas por sistemas antigos, mas também com sistema atuais como por exemplo redes sociais como o twiter ou usar o google maps para expressar a localização de sua empresa e o restful é uma dessas soluções para a integração entre os sistemas.
Atualmente na versão 2.0 o jsf, java server faces, traz uma parte a implementação do restful, jsr 311, e nas próximas versões será integrado com o html 5 que visa dentre as principais vantagens:
  • A limpeza de código deixando a implementação mais limpa e de fácil compreensão para futura manutenção
  • O uso alguns recursos que antes era obrigatório o uso plugins como o flash,por exemplo, a execução de vídeos e de áudio.
  • O uso de canvas que traz facilidade no momento de desenhar recursos gráficos até mesmo para plotar gráficos para ilustrar um relatório de uma empresa.


No final da tarde houve mais uma discussão com a comunidade java falando sobre os web frameworks existentes hoje no mercado a reunião foi inicialmente conduzida por Vinícius Senger da GlobalCode. No mercado java hoje existe milhares de ferramentas de desenvolvimento para diversas utilidades como por exemplo na persistência com o hibernate, toplink, jpa etc. Para injeção de dependências pode se usar o Spring, google guice, CDI e para componentes gráficas como o gwt, jsf, rich faces, ice faces etc. Então como definir a melhor ferramenta para cada situação ? Existe de fato uma ferramenta capaz de resolver todos os problemas em todas as situações ?
A resposta foi simples “não” para se dizer qual é o melhor praticamente teria de fazer com que todos os programas fossem iguais e fizesse as mesmas coisas o que na prática é impossível. Apesar da reposta bastante óbvia a grande vantagem dessa discussão foi a troca de experiência e opinião de todos falando e defendendo seu ponto de vista.
Um dia bastante motivador em que se viu todo o brilho da comunidade java no Brasil além de discussões em que todos que quisessem podiam falar e expor sua opinão, sendo ou não da comunidade, certamente deu um grande gás e dando a esperança de que o evento seja tão bom ou melhor como hoje com muitas discussões e palestras vindo da comunidade. No ultimo dia haverá a apresentação do demosele 2.0 um framework open source brasileiro que será apresentada por Zyc.
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